Vou-me embora pra Pasárgada

Hoje é especial: Vou-me embora pra Pasárgada [Bandeira a vida inteira, 1986], de Manuel Bandeira. No vídeo, imagens do poeta. No áudio, o próprio poeta recita. Uma pérola!

Pneumotórax

Se não há nada a fazer, vamos tocar um tango argentino: Pneumotórax [Libertunagem, 1930], de Manuel Bandeira. No vídeo, a leitura especialíssima do próprio poeta. Agora, se quiser rir um pouco, veja uma interpretação engraçadinha, clicando aqui.

O último poema

Hoje quem nos visita é o mestre Manuel Bandeira, com seu O último poema [Libertinagem, 1930]. A interpretação é do Danilo Machado. Bonito!

Irene no céu

Véspera de aniversário… Poeminha delicioso com cara de infância: Irene no céu [Libertinagem, 1930], de Manuel Bandeira. A interpretação é do Juca de Oliveira.

Na boca

Manuel Bandeira e o Carnaval: três dias de entorpecimento para livrar-se da dor daquilo que não se pode dizer. Na Boca [Libertinagem, 1930]. No vídeo, quem declama o poema é o professor Edson Nery da Fonseca, em gravação especial para o Portal de Poesia Iberoamericana.

Versos de Natal

Manuel Bandeira também tinha, dentro de si, um menino que se recusava a morrer. Versos de Natal [Lira dos Cinquent'anos, 1939], lindo poema. O vídeo é só uma colagem de imagens, mas a interpretação do Juca de Oliveira é fantástica.

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